PARTILHA/COLABORAÇÃO

Nishant Redkar engenheiro de software registou o seguinte no seu blogue: "Um homem sábio disse uma vez: [A privacidade é a condição de ficar sozinho, fora da vista do público e no controlo das informações que as outras pessoas têm sobre si]".


"Está a emergir na nossa vida uma nova civilização e por toda a parte há cegos que tentam suprimi-la.
(...) Outros, aterrorizados com o futuro, entregam-se a uma desesperada e inútil fuga para o passado e
tentam restaurar o mundo moribundo que lhes deu vida." (in "A Terceira Vaga", Alvin Toffler, p.13).

23/04/2010

Balada de un Soldado - Mafalda Veiga

Balada de un Soldado
Mafalda Veiga

Madre, anoche en las trincheras
Entre el fuego y la metralla
Vi un enemigo correr
La noche estaba cerada,
La apunté con mi fusil
Y al tiempo que disparaba
Una luz iluminó
El rostro que yo mataba
Clavó su mirada en mi
Con sus ojos ya vacios
Madre, sabes quien maté?
Aquél soldado enemigo
Era mi amigo José
Compañero de la escuela
Con quien tanto yo jugué
De soldados y trincheras

Hoy el fuego era verdad
Y mi amigo ya se entierra
Madre, yo quiero morir
Estoy harto de esta guerra
Y si vuelvo a escribir
Talvez lo haga del cielo
Donde encontraré a José
Y jugaremos de nuevo

Madre, sabes quien maté?
Aquél soldado enemigo
Era mi amigo José
Compañero de la escuela
Con quien tanto yo jugué
De soldados y trincheras
Madre, sabes quien maté?
Aquél soldado enemigo
Era mi amigo José
Balada de um Soldado
Mafalda Veiga

Mãe, à noite nas trincheiras
Entre o fogo e a metralha
Vi um inimigo correr
A noite estava cerrada,
Apontei-lhe a minha arma
E ao mesmo tempo que disparava
Uma luz iluminou
O rosto que eu matava
Cravou os seus olhos em mim
Com os seus olhos já vazios
Mão, sabes quem matei?
Aquele soldado inimigo
Era o meu amigo José
Companheiro da escola
Com quem tanto eu joguei
Aos soldados e trincheiras

Hoje o fogo era verdade
E o meu amigo já se enterra
Mãe, eu quero morrer
Estou farto desta guerra
E se volto a escrever
Talvez o faça do céu
Onde encontrarei José
E jogaremos de novo

Mãe sabes quem matei?
Aquele soldado inimigo
Era o meu amigo José
Companheiro da escola
Com quem tanto eu joguei
Aos soldados e trincheiras
Mãe sabes quem matei?
Aquele soldado inimigo
Era o meu amigo José

“Balada de un soldado” é uma carta de um soldado escrita a sua mãe em plena guerra civil de Espanha.
A Guerra Civil espanhola (1936-39) foi o acontecimento mais traumático que ocorreu antes da 2ª Guerra Mundial.
Como podemos ver esta música trata de uma criança soldado, que sem odiar ninguém e sem saber o porquê de estar naquela guerra, matara um grande amigo de escola com quem tanto brincava, porque por mero acaso estava do chamado “lado inimigo”. Podemos perceber também, que a criança teve que crescer rápido demais e que no momento de que a música fala não tem vontade de viver pois sente-se, muito mal por ter morto o seu grande amigo. Esta criança foi empurrada para uma situação que não escolheu e acabou por cometer actos que os momentos foram proporcionando. Ter morto acidentalmente o seu amigo foi um deles. E isto levou-o a perceber a diferença entre o imaginário e a realidade. Perdeu a vontade natural e infantil de brincar e sentiu a necessidade de morrer também para ir para perto de seu amigo e voltarem a ser as crianças felizes de há tão pouco tempo. Perdeu a inocência...
Esta música mostra a realidade de algumas das crianças espanholas durante a guerra civil de Espanha, que foram obrigadas a crescer à força e a usar armas sem perceber, sequer, o lado ou as razões que defendiam. No entanto esta mensagem de Mafalda Veiga é intemporal e infelizmente não é a única.

Sem comentários:

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a Sofia (vice campeã) com a t shirt da campeã romena

David Garret (Adagio)

25 de Abril

A AULA VAI COMEÇAR

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A ONDA (5 Partes)

Vale a pena reflectir sobre o filme.

COMO NASCEM OS GANGS E COMO SE SEGREGAM AS MINORIAS:

LIDERANÇA?

DESCRIMINAÇÃO?

PODER DO GRUPO?

RACISMO?

...?

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A ONDA Parte I

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